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domingo, 25 de maio de 2008

E o prêmio vai para...


O prêmio de melhor atriz do 61º Festival de Cannes foi entregue neste domingo (25). A vencedora foi à brasileira Sandra Corveloni por seu papel no brasileiro "Linha de Passe", dirigido por Walter Salles e Daniela Thomas. Os diretores receberam o prêmio em nome da atriz, que não pôde viajar por problemas de saúde.

Em entrevista para o portal G1 os diretores do filme se mostraram muito surpresos com o prêmio. “Eu fico feliz de premiar uma atriz que estréia no cinema. Sandra vai ficar muito tocada por receber esse prêmio, ainda mais vindo desse júri”, afirmou Salles, referindo-se a um time de jurados que incluía Sean Penn, Natalie Portman, Alfonso Cuaron, Jeanne Balibar e a cineasta iraniana Marjane Satrapi, de "Persepolis", animação vencedora do prêmio do júri na edição passada.

Daniela completou: “Não sei se estão vendo isso no Brasil, mas quero dizer em português: querida, você não esteve aqui conosco, em carne e osso, mas o seu espírito incrível está aqui com a gente”. E, em inglês, completou: "Ela não está aqui porque estava grávida e perdeu o bebê. Não posso dizer o que isso vai significar para ela".

Parabéns aos BRASILEIROS que brilharam em Cannes!

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Cinema 3D promete sessões eletrizantes


Cineasta canadense, James Cameron, esta patrocinando o cinema 3D. Até então a imagem era separada por prismas, de um filme comum, e éramos obrigados a usar óculos com lentes coloridas. O resultado era artificial e forçado, com filmes praticamente parando para que algo fosse "jogado" em direção à platéia.

A nova tecnologia usa câmeras digitais de alta definição com lentes que se movem simulando o movimento dos olhos humanos, gerando o efeito de paralaxe que gera a imagem tridimensional.

Isso pode ser literalmente o futuro do cinema, se atingir a maturidade sem cair no modismo que dizimou as tecnologias antigas.

A nova geração do cinema demorou para chegar ao Brasil, o primeiro cinema 3D estreou em dezembro de 2007, no shopping Eldorado, em São Paulo. A morte do cinema convencional estava prevista. Os custos de um cinema são muito altos: tecnologia cara, necessidade de grande espaço, infra-estrutura cara, etc. Para manter um nível de qualidade razoável, é preciso manter o preço dos ingressos lá em cima, o que acaba afastando os clientes.

A produção de um filme de animação em 3D eleva os custos em aproximadamente 10 a 15 milhões de dólares, mas a despesa é válida. Os cinéfilos estão aceitando pagar o dobro do ingresso para assistir uma animação de forma mais excitante.

domingo, 18 de maio de 2008

Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal


Estreia nesta quarta feira o novo filme de Harrison Ford, o famoso e talentoso Indiana Jones. Um dos maiores heróis do cinema está de volta, quase 20 anos depois: e numa forma de dar inveja. Precedido por Os Caçadores da Arca Perdida (1981), Indiana Jones e o Templo da Perdição (1984) e Indiana Jones e a Última Cruzada (1989), o ator volta com personagem mais famoso do cinema.

Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal - Em 1957 - o auge da Guerra Fria. Indy (Harrison Ford) e seu ajudante Mac (Ray Winstone) escaparam por pouco de um encontro com nefastos agentes soviéticos em um campo de pouso remoto. Agora, o Professor Jones voltou à sua casa na Universidade Marshall, mas seu amigo e reitor da escola (Jim Broadbent) explica que as ações recentes de Indy o tornaram alvo de suspeita e que o governo está pressionando para que o demita. Ao deixar a cidade, conhece o rebelde jovem Mutt (Shia LaBeouf), que tem uma proposta: Se ele ajudar Mutt em uma missão, Indy pode deparar-se com A Caveira de Cristal de Akator. Agentes soviéticos também estão em busca do artefato, entre eles a fria e devastadoramente bela Irina Spalko (Cate Blanchett), cujo esquadrão de elite está cruzando o globo atrás da Caveira de Cristal

domingo, 11 de maio de 2008

Cineduc ensina arte do cinema



Desde 1970 existe, no Rio de Janeiro, uma escola de cinema com objetivos claros. Dar às crianças e jovens a possibilidade de conhecer os elementos da linguagem cinematográfica, usados pelos cineastas para realizar suas obras. Desta maneira, criavam-se platéias críticas, que não recebiam passivamente os valores difundidos pelo cinema e pela televisão.

Com o Cineduc, as crianças e adolescentes, perceberam que a televisão e o cinema exerciam um poder muito grande e são hoje os verdadeiros construtores de visões de mundo e do gosto estético, em grande parte elaborada a partir de interesses de mercado.

O projeto conta com oficina de vídeo, oficina de iniciação ao roteiro, oficina de fotografia, oficina críticos do audiovisual, entre outros. Pena que o projeto é no Rio de Janeiro, muita gente ia querer participar.

Mais informações: cineduc@alternex.com.br

por Julyana Almeida

domingo, 4 de maio de 2008

Pirataria lança filme de sucesso


“Tropa de Elite” (Brasil, 2007) foi o maior fenômeno de 2007. Porém mais um triste episódio da pirataria, que fez o filme chegasse às ruas três meses antes da estréia oficial. Estimativas tímidas falam que cinco milhões de pessoas o viram antes de estrear. E quem não viu, ouviu falar. Alheia a isso, gente de todas as camadas sociais via o filme e falava sobre ele, quase sempre de forma elogiosa. Personagens foram transformados em heróis populares. Diálogos viraram gírias regionais. A obra de José Padilha ultrapassou expectativas e se tornou algo maior do que um simples filme. Virou fenômeno cultural.
A repercussão estrondosa tem explicação. “Tropa de Elite” cutuca simultaneamente duas feridas profundas, abertas desde sempre na auto-estima do brasileiro: a violência e a corrupção. O filme foi gravado no estado do Rio de Janeiro e como em “Cidade de Deus” retrata a realidade das grandes favelas. E faz isso com discurso agressivo, disparando uma reação emocional de impacto em qualquer espectador que já se tenha visto encurralado ou intimidada por uma das duas coisas, que existem em qualquer esquina de todas as cidades brasileiras.

por Julyana Almeida

Fetival de Gramado 2008


O 1º Festival do Cinema Brasileiro de Gramado aconteceu de 10 a 14 de janeiro de 1973, passando a realizar-se todos os anos. Desde essa época Gramado transformou-se num palco que traduz as glórias e crises do cinema nacional. Reunindo um grande número de filmes e de pessoas que querem falar de cinema, criação, sonhos e possibilidades de fazer sempre mais e com qualidade, o Festival é hoje um espaço indispensável para a divulgação, discussão, crítica e incentivo à criação cinematográfica nacional.
O 36º Festival de Cinema de Gramado será realizado na cidade de Gramado, Estado do Rio Grande do Sul, no período de 10 a 16 de agosto de 2008, as inscrições já estão abertas para concorrer nas seguintes categorias: longas brasileiros, longas estrangeiros, curtas 35MM, mostra gaúcha.

Mais informações pelo site: www.festivaldegramado.net ou pelo e-mail: festival@festivaldegramado.net

por Julyana Almeida

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Brasilienses vivem cinema


Cinema, como paixão nacional e internacional, conquista qualquer pessoa. O cinema tem espectador de todas as classes sociais, dos mais humildes a os mais ricos, e agrada de todas as formas e igualmente a todos.
O Festival de Brasília do Cinema Brasileiro é o mais antigo do país e a cada ano se fortalece, atraindo cada vez mais público, imprensa e diretores, que escolhem o festival para exibirem pela primeira vez suas produções. O evento nasceu da iniciativa da Fundação Cultural do Distrito Federal. Com o apoio da Universidade de Brasília (UnB), de seus alunos e professores foi criada a Semana do Cinema Brasileiro.
O público brasiliense que participa do Festival tem se revelado um aliado fiel do cinema nacional. Todo ano, são filas e filas na porta do Cine Brasília, disputando ingressos e exercendo sempre o direito de aplaudir ou vaiar, conforme o mérito que se atribui ao filme exibido.

por Julyana Almeida